MENSAGENS PARA REFLEXÃO, OSHO E ETC.

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Regras para se tornar humano

Mensagem  sueli em Sex 12 Ago 2011, 2:23 pm

Regras para se tornar humano

1) Você receberá um corpo. Poderá amá-lo ou odiá-lo, mas ele será seu todo o tempo.

2) Você aprenderá lições. Você está matriculado numa escola informal de tempo integral chamada Vida. A cada dia, terá oportunidade de aprender lições. Você poderá amá-las ou considerá-las idiotas irrelevantes.
...
3) Não há erros, apenas lições. O crescimento é um processo de ensaio e erro, de experimentação. Os experimentos 'mal sucedidos' são parte do processo, assim como experimentos que, em última análise, funcionam.

4) Cada lição é repetida até ser aprendida. Ela será apresentada a você sob várias formas. Quando você a tiver aprendido, passará para a próxima.

5) Aprender lições é uma tarefa sem fim. Não há nenhuma parte da vida que não contenha lições. Se você está vivo, há lições a serem aprendidas e ensinadas.

6) 'Lá' só será melhor que 'aqui', quando o seu 'lá' se tornar um'aqui', você simplesmente terá um outro 'lá' que novamente parecerá melhor que 'aqui'.

7) Os outros são apenas espelhos. Você não pode amar ou odiar alguma coisa em outra pessoa, a menos que ela reflita algo que você ame ou deteste em você mesmo.

Cool O que você faz da sua vida é problema seu. Você tem todas as ferramentas e recursos de que precisa. O que você faz com eles não é da conta de ninguém. A escolha é sua.

9) As respostas para as questões da vida estão dentro de você. Você só precisa olhar, ouvir e confiar.

10) Você se esquecerá de tudo isso.. E ainda assim, você se lembrará.


Ivan Couto Souto Maior

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A VERDADEIRA SABEDORIA -

Mensagem  sueli em Sab 03 Set 2011, 7:31 am

Tenham todos um lindo dia!







A VERDADEIRA SABEDORIA - por Francisco Valdomiro Lorenz
- Por Francisco Valdomiro Lorenz -


Ninguém nasceu sábio, diz um provérbio; e tem razão. Todos os entes humanos vêm a este mundo terrestre com o fim de aprenderem; e, quem deve aprender, não é, naturalmente, ainda sábio. Até o Mestre Jesus enquanto criança não era reconhecido como sábio. Diz o evangelista: “Jesus crescia em sabedoria e em idade”; portanto a Sabedoria foi manifestando-se nele, gradualmente. Ainda depois de haver sido batizado no Jordão, teve que combater as tentações, personificadas pelo Satanás.

E o mestre Buddha, quanto tempo precisou para descobrir a Fonte da Sabedoria? Ele, cujo nome mesmo significa “Sábio” ou “Iluminado”. Não foi no esplêndido palácio real, não foi entre os gozos e prazeres, nos banquetes e no meio dos aduladores e servos submissos, que adquiriu Iluminação Suprema. Mas também não foi na vida ascética que essa Iluminação baixou sobre ele.
Nos primeiros 29 anos de sua vida cercavam-no de numerosos véus de Maya sensual, ilusão dos sentidos físicos; sete anos teve que lutar contra as Ilusões astrais, até que, por fim, reconhecendo que não se consegue obter a Suprema Sabedoria nem por meio de abstenção de alimento, nem por meio de sofrimento corporal, desistiu desses métodos errôneos e tratou de abrir a sua Mente. E então, só então se sentiu mergulhado na luz da Eterna Sabedoria. Só então obteve o conhecimento das suas encarnações anteriores e o conhecimento do método pelo qual se obtém a extinção dos desejos egoísticos e dos vínculos cármicos.

Dois são os caminhos que levam ao pleno conhecimento da Verdade, que é, ao mesmo tempo, a Suprema Sabedoria. Um deles é o caminho do Saber; o outro, o caminho da Fé. O primeiro prevalece no Buddhismo; o segundo, no Cristianismo.

Não pense, porém, que estes dois Caminhos são contrários um ao outro; ambos levam ao mesmo Alvo, e unem-se antes de chegar a ele.

Ambos são necessários, porque cada Alma há de percorrê-los a ambos, mas não precisa fazê-lo na mesma encarnação. Como alguns dos que já “entraram no caminho” têm desenvolvido mais as faculdades racionais, e outros desenvolveram mais o “coração”, isto é, as faculdades sensitivas, é natural que os primeiros fazem mais progresso pelo Caminho do Saber, e os outros pelo Caminho da Fé.

O primeiro, também chamado o Caminho da Razão, observa o Universo objetivamente e descobre nele uma única Lei impessoal, que rege todos os acontecimentos, unindo-os numa harmoniosa Unidade. Ao buddhista, essa Lei de Carma, a Lei de Causalidade, ou Lei de Causa e Efeito, explica os mistérios da aparente injustiça moral, e a existência de uma Verdadeira Justiça Universal.

Ao cristão, verdadeiro discípulo de Jesus Cristo, a Luz do segundo caminho, o da Fé ou Caminho d o Coração, apresenta o Universo como um Ser Supremo, Deus Criador e Eterno Legislador.

Mas, para o verdadeiro Sábio, não há diferença essencial entre esses dois métodos de Conhecimento. Ambos são apenas dois aspectos de uma mesma Coisa, como os Discípulos dos Mestres já o reconhecem.

Uma vez foi Buddha perguntado: “Há ou não há Deus Criador?” Então, a quem julgava que tal Ser existia, o Iluminado apresentou objeções que podiam provar a inexistência de Deus. Em seguida, porém, continuou dizendo: “E agora te provarei o contrário do que acabo de afirmar.” E pôs-se a dar-lhe provas irrefutáveis da existência de Deus Criador. Vendo o discípulo confundido, acrescentou: “Não te inquietes com estes paradoxos; procura primeiro chegar à Iluminação, e depois tudo se te tornará claro.”

E o Caminho que guia a essa Iluminação, que esclarece todas dúvidas e nos enche de imperturbável sentimento de que existe uma i nfinita Sabedoria, que é, ao mesmo tempo, Infinita Bondade, Suprema Justiça, o Criador e Legislador do Universo, nosso Pai, o nosso imortal ideal, exige que algum tempo caminhemos pela Senda da Razão, e outra vez pela Senda do Coração, senão ainda não saberemos por os nossos pés assim que estejam simultaneamente em ambos esses caminhos.

Sem nos livrarmos, porém, das bagagens que o nosso Egoísmo nos pôs sobre os ombros, não faremos progresso no Caminho. Essas bagagens são: apego ao que é material e sensual; a ilusão de que alguém fora de nós pode nos salvar, mesmo sem nossa cooperação; a ilusão de que os bens materiais, em si só, têm valor para o verdadeiro Progresso; o medo de que alguém nos possa fazer mal; a ilusão de que as forças psíquicas, de per si, demonstram adiantamento espiritual.

Não devemos desprezar a matéria e seus gozos lícitos; quem o faz, sente, mais tarde, o choque de retorno; mas devemos procurar cada ve z mais libertar-nos das necessidades desses gozos. Não julguemos que Jesus já nos garantiu a nossa salvação e que é desnecessário nós mesmos no-la merecer; mas compreendamos o que Jesus nos prometeu, fazendo as obras por Ele exigidas. Os bens materiais devem servir para o progresso da nossa Alma, para obras de caridade, estudos, etc; mas não para luxo e orgulho.

Ninguém nos pode fazer mal algum, se nós não lhe temos dado motivo. Não nos fiemos no psiquismo; ele deve ser servo das Forças Benfazejas, mas não se deve tornar nosso escravizador, nem um meio de sermos seduzidos por forças maléficas.

Quem deseja obter a Liberdade Espiritual, siga estas regras.



(Texto extraído da Revista “O Pensamento”; Março/Abril – 1997 – páginas 59-61).

- Nota de Wagner Borges: Francisco Valdomiro Lorenz (1872-1957) foi um grande intelectual, lingüista e espiritualista da primeira metade do Século 20. Foi um gig a nt e na divulgação do Esperanto e autor de várias obras espiritualistas importantes como: “O Filho de Zanoni”, “Raios de Luz Espirituais” e o excelente “Lições Práticas de Ocultismo Utilitário” (todos esses livros pela Editora Pensamento).

Nascido na pequena aldeia de Zbislav, perto da cidade de Tcháslav, na Boêmia, bem jovem veio morar no Brasil, no Rio Grande do Sul, terra que logo lhe encantou, e onde viveu até o fim de sua encarnação. Inclusive, com o seu tempo de permanência por aqui, acabou por adquirir cidadania brasileira.

Francisco Valdomiro Lorenz foi um grande espírito reencarnado, para espalhar os ideais de Liberdade, Igualdade e Fraternidade entre os homens. Hoje, morando nos planos extrafísicos, continua sua obra humanitária e espiritualista, inspirando espiritualmente aos homens de boa vontade os ideais baseados na luz e no progresso.

Valeu, Lorenz!

http://www.ippb.org.br/index.php?opti

sueli

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O Galo Angustiado

Mensagem  sueli em Sab 03 Set 2011, 7:39 am

Como voces sabem amo Parábolas, Metáforas, Fábulas, etc.
Sendo assim irei postar uma que gosto muito.


PARÁBOLAS

O galo angustiado

Não era ele que levantava o sol

Era uma vez um grande quintal onde reinava soberano e poderoso galo. Orgulhoso de sua função, nada acontecia no quintal sem que ele soubesse e participasse. Com sua força descomunal e coragem heróica, enfrentava qualquer perigo. Era especialmente orgulhoso de si mesmo, de suas armas poderosas, da beleza colorida de suas penas, de seu canto mavioso.

Toda manhã acordava pelo clarão do horizonte e bastava que cantasse duas ou três vezes para que o sol se elevasse acima para o céu. "O sol nasce pela força do meu canto", dizia ele. "Eu pertenço à linhagem dos levantadores do sol. Antes de mim era meu pai; antes de meu pai era meu avô!" ...

Um dia uma jovem galinha de beleza esplendorosa veio morar em seu reinado e por ela o galo se apaixonou. A paixão correspondida culminou numa noite de amor para galo nenhum botar defeito. E foi aquele amor louco, noite adentro. Depois do amor, já de madrugada, veio o sono. Amou profundamente e dormiu profundamente.

As primeiras luzes do horizonte não o acordaram como de costume. Nem as segundas. ... Para lá do meio dia, abriu os olhos sonolentos para um dia azul, de céu azul brilhante e levou um susto de quase cair. Tentou inutilmente cantar, apenas para verificar que o canto não lhe passava pelo nó apertado da garganta. - "Então não sou eu quem levanta o sol?", comentou desolado para si mesmo. E caiu em profunda depressão. O reconhecimento de que nada havia mudado no galinheiro enquanto dormia trouxe-lhe um forte sentimento de inutilidade e um questionamento incontrolável de sua própria competência. E veio aquele aperto na garganta. A pressão no peito virou dor. A angústia se instalou definitivamente e fez com que ele pensasse que só a morte poderia solucionar tamanha miséria. "O que vão pensar de mim?", murmurou para si mesmo, e lembrou daquele galinho impertinente que por duas ou três vezes ousou de longe arrastar-lhe a asa. O medo lhe gelou nos ossos. Medo. Angústia. Andou se esgueirando pelos cantos do galinheiro, desolado e sem saída.

Do fundo de seu sentimento de impotência, humilhado, pensou em pedir ajuda aos céus e rezou baixinho, chorando. Talvez tenha sido este momento de humildade, único em sua vida, que o tenha ajudado a se lembrar que, em uma árvore, lá no fundo do galinheiro, ficava o dia inteiro empoleirado um velho galo filósofo que pensava e repensava a vida do galinheiro e que costumava com seus sábios conselhos dar orientações úteis a quem o procurasse com seus problemas existenciais.

O velho sábio o olhou de cima de seu filosófico poleiro, quando ele vinha se esgueirando, tropeçando nos próprios pés, como que se escondendo de si mesmo. E disse: "Olá! Você nem precisa dizer nada, do jeito que você está. Aposto que você descobriu que não é você quem levanta o sol. Como foi que você se distraiu assim? Por acaso você andou se apaixonando?". Sua voz tinha um tom divertido, mas ao mesmo tempo compreensivo, como se tudo fosse natural para ele. A seu convite, o galo angustiado empoleirou-se a seu lado e contou-lhe a sua história. O filósofo ouviu cada detalhe com a paciência dos pensadores. Quando o consulente já se sentia compreendido, o velho sábio fez-lhe uma longa preleção:

"Antes, quando você ainda achava que até o sol se levantava pelo poder do seu canto, digamos que você estava enganado. Para definir seu problema com precisão, você tinha o que pode ser chamado de "Ilusão de Onipotência". Então, pela mágica do amor, você descobriu o seu próprio engano, e até aí estaria ótimo, porque nenhuma vantagem existe em estar tão iludido. Saiba você que ninguém acredita realmente nessa história de canto de galo levantar o sol. Para a maioria, isto é apenas simbólico: só os tolos tomam isto ao pé da letra. "Entretanto, agora", continuou o sábio pensador, "você está pensando que não tem mais nenhum valor, o que é de certa forma compreensível em quem baseou a vida em tão grande ilusão. Contudo, examinando a situação com maior profundidade, você está apenas trocando uma ilusão por outra ilusão. O que era uma 'Ilusão de Onipotência' pode ser agora chamado de 'Ilusão de Incompetência'. Aos meus olhos, c ontinuou o sábio, nada realmente mudou. Você era, é e vai continuar sendo, um galo normal, cumpridor de sua função de gerenciar o galinheiro, de acordo com a tradição dos galináceos. Seu maior risco, continuou o pensador, é o de ficar alternando ilusões. Ontem era 'Ilusão de Onipotência', hoje, 'Ilusão de Incompetência'. Amanhã você poderá voltar à Ilusão de Onipotência novamente, e depois ter outra desilusão... Pense bem nisto: uma ilusão não pode ser solucionada por outra ilusão. A solução não está nem nas nuvens nem no fundo do poço. A solução está na realidade". Após um longo período de silêncio, o velho galo filósofo voltou-se para os seus pensamentos. Nosso herói desceu da árvore para a vida comum do galinheiro.

Na dia seguinte, aos primeiros raios da manhã, cantou para anunciar o sol nascente. E tudo continuou como era antes.

Maurício de Souza Lima

Psicólogo - Diretor da Sociedade de Terapia Breve (BH) - Trainer em PNL pelo Southern Institute of NLP da Flórida (home page: www.ibrapnl.com.br

http://www.possibilidades.com.br/parabolas/galo_angustiado.asp



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Mensagem  fox_2001 em Sab 12 Nov 2011, 11:42 pm



"Em todo homem existem centenas de homens: o homem tem possibilidades infinitas: basta pensar que um manifesto, colado a uma parede, com uma ordem de mobilização, transforma, de um dia para outro, um pacífico estudante num guerreiro".

"Um guerreiro da luz jamais desiste de seus sonhos."

Compartilha o Amor e um Odor
Compartilha um prato de comida, um fato e um sapato
Compartilha uma visita na natureza e um banho com o gato
Compartilha o coração com o Amigo e com o irmão
Compartilha Sabedoria com o aluno e o sabichão
Compartilha felicidade, mágoas e tristeza com destreza
Compartilha esta canção, inventada por um irmão.
Compartilha a melodia com a melancolia

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Bom fim de semana
Namasté
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Os Portais do 11:11 ?

Mensagem  rosiana em Seg 14 Nov 2011, 12:31 pm



http://www.osnoveportais.blogspot.com/

Acredito que os '9 Portais', tema principal deste site, seja a explicação dos portais do 11:11, que nada mais são do que estados de consciência.

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Re: MENSAGENS PARA REFLEXÃO, OSHO E ETC.

Mensagem  sueli em Ter 06 Dez 2011, 6:33 am

Bom Dia meus queridos!!!!!
Dividindo com voces uma linda mensagem. Abraços Fraternos.


SOLITUDE CONSCIENCIAL - De Ramatís – espírito / Dalton - médium


Um homem só vence, quando vence a si mesmo.
No silêncio solitário de suas batalhas intraconscienciais, manifestam-se seus instintos, suas vontades e seus anseios espirituais mais virtuosos.


Todas as causas se manifestam como vontades e tendências, positivas ou negativas em suas manifestações pessoais, em suas obras contundentes e em seus inconfessáveis sonhos mais secretos.


Cada vida é importante, nenhuma vida é desprezível e cada consciência possui a chama divina em si, por menos que reconheça ou queira admitir.


Não somos humanos. Estamos humanos, em contexto cósmico relativo e transitório, mas controlado por leis cosmoéticas universais, magnas e inexoráveis.


A Lei Maior nos conduz ao Caminho, à evolução consciencial muito acima de qualquer escolha — não há como entender isso intelectualmente. Tal compreensão podemos apenas intuir. É mais que percepção e parapercepção: é a suprapercepção ou detecção do OM Cósmico, de Deus, do Tao, do Eterno, do Absoluto, do Inefável, do Imperecível, do Suave Contundente. A transcendência das formas, dos contornos, do peso e da cor. Algo muito além da energia.


Quando a responsabilidade chama, os defeitos doem.
Quando a virtude responde, a alma sorri, aliviada.
Abaixo temos os instintos selvagens, multimilenares, que, obedecendo às leis de gradação evolutiva, devem ser trabalhados e transformados em virtudes conscienciais elevadas, no decorrer das reencarnações.


Não se alça vôo arrastando-se grilhões.
Não se evolui e se melhora sem abnegação, renúncia e força de vontade. Apenas como exemplo, não há como parar de fumar, de beber e de se drogar sem sofrimento.


Somos carvões, pedras brutas, sofrendo a pressão consciencial do Eterno, a caminho do diamante.


Se não houver estímulo, permanecemos inertes.
Quantos não compraram um livro com fecundos toques conscienciais e começaram a lê-lo depois de um grave momento de dor?
Quantos não mergulharam na religião, de verdade, após perderem um ente amado?
Quantos não mudaram o comportamento leviano após um grande susto?


Nossas tendências são fúteis, oportunistas e mesquinhas.
Nosso ego abafa as mais lindas manifestações de nossos corações.
O coração chora por dentro, clamando pelas graças de Deus, enquanto o exoesqueleto do ego se disfarça em sorrisos ornamentais e gargalhadas vazias.


Os momentos de meditação e de auto-reflexão profundas são trocados por reuniões ruidosas, superficiais e efêmeras.


O amor é remédio. Panacéia universal que cura tudo!
É o amor dos pais que educa seus filhos.
É o amor da amizade, que consola e orienta o amigo viciado, escravo das drogas.
É o amor do professor que ensina, com o coração, seus alunos.
É o amor virtual que debate sem sarcasmo e respeitoso com os amigos de listas de discussão e grupos de estudos da internet.
É o amor que não revida, nem somatiza, a ofensa gratuita ou ingênua, imbuído da leveza do perdão.


O amor é como um grande e branco lençol que envolve todo o colchão de amor, sem discriminar se é velho e amarelo ou novo e dourado.


As virtudes da leveza do amor não se compram, mas são garimpadas dentro de si.
O amor é como um ET que os humanos mal conhecem. Admiram-no, falam dele. Uns o temem, outros dele desconfiam. Sempre mantido à distância, longe do refúgio de nossa alma, como se fosse inatingível ou doença de pessoas “fracas de personalidade”.


Procurar o amor em si é peneirar pedras minúsculas e quase invisíveis, em bravas corredeiras do ego.
A frustração é inevitável.
A dor é inevitável.
O desânimo é inevitável.
Momentos de inércia são inevitáveis.
Mas a perseverança é inevitável também!


Muitos se afogam nos leitos das corredeiras do ego, porque garimpam sozinhos.
As mãos amigas fazem parte do processo evolutivo e o ajudam de modo decisivo.
Continuando a se fazer o que sempre se fez, haverá sempre os mesmos resultados.


É impossível terceirizar a autocura.
É impossível terceirizar a auto-evolução.
Todo aprendizado é auto-aprendizado.
Deus não escolhe os capacitados. Ele capacita os escolhidos.


Os escolhidos são os voluntários que optaram por evoluir na contramão das massas impensantes.
Deixaram em segundo e em terceiro planos as coisas do ego e do status social.
Assumiram algum dharma e não se furtaram à coragem e às inexoráveis frustrações e sofrimentos do auto-enfrentamento consciencial.
Sabem que irão verter lágrimas amargas de autoconhecimento.
Sabem que irão vivenciar “eternos” momentos de solitude consciencial, em auto-reflexão cortante, profunda e visceral.
Precisarão se curvar diante de si mesmos, de seu passado duvidoso, e se autodesafiar de frente.


O passado passou, deixando cicatrizes, o futuro vem aí, trazendo esperanças, mas o presente é sempre o aqui e o agora. É só o que temos!
A mudança de atitude e de comportamento não é para a segunda-feira dos projetos que não saem da prancheta — é para a concretude e a eficácia exigidas pelos desafios do agora!
A vida, o corpo, a saúde e o tempo são uma oportunidade única. A segunda-feira é o umbral do desencarnado, que irá sofrer a melancolia extrafísica do arrependimento, ao olhar no retrovisor da memória multimilenar a obsessão de frenar e protelar o melhoramento íntimo, em momentos-chave de programas encarnatórios encerrados em meio ao desencanto pelo tempo precioso desperdiçado com a apologia do inócuo e do passageiro.


O medo da responsabilidade e do compromisso é fuga da realidade, receio de mudar e de se melhorar.
Melhorar a si próprio exige energia, atitude interna, constância.

Quanto mais tardia a iniciativa para a mudança, mais dolorosa será e mais energia despenderá, exigindo mais abnegação e mais renúncia.


Mais valem os momentos lúcidos de solitude consciencial, que expandem a autoconsciência, que as festas de ocasião e os lazeres frívolos, vivenciados à exaustão, quase eternamente.


É preciso coragem!


Dalton Campos Roque (ser humano atrasado e falível, cheio de defeitos, mas ainda com alguma ponta de boa vontade). Conheça mais o trabalho dos Profs. Dalton e Andréa visitando os sites Consciencial http://www.consciencial.org e Websitearte http://www.websitearte.com .
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Re: MENSAGENS PARA REFLEXÃO, OSHO E ETC.

Mensagem  sueli em Ter 06 Dez 2011, 6:49 am

O Poder do Afeto


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Re: MENSAGENS PARA REFLEXÃO, OSHO E ETC.

Mensagem  Estel em Ter 06 Dez 2011, 8:02 am

Bom dia, irmãzinha!

Muito obrigada, muito obrigada mesmo por postar texto tão lindo!

Eu aqui toda perdida, me sentindo um zero a esquerda por não conseguir dar um passo a frente sem dar outro para trás e vem você com essa mensagem.

É um lindo puxão de orelhas.


Abraços,
Estel.

sueli escreveu:Bom Dia meus queridos!!!!!
Dividindo com voces uma linda mensagem. Abraços Fraternos.


SOLITUDE CONSCIENCIAL - De Ramatís – espírito / Dalton - médium


Um homem só vence, quando vence a si mesmo.
No silêncio solitário de suas batalhas intraconscienciais, manifestam-se seus instintos, suas vontades e seus anseios espirituais mais virtuosos.


Todas as causas se manifestam como vontades e tendências, positivas ou negativas em suas manifestações pessoais, em suas obras contundentes e em seus inconfessáveis sonhos mais secretos.


Cada vida é importante, nenhuma vida é desprezível e cada consciência possui a chama divina em si, por menos que reconheça ou queira admitir.


Não somos humanos. Estamos humanos, em contexto cósmico relativo e transitório, mas controlado por leis cosmoéticas universais, magnas e inexoráveis.


A Lei Maior nos conduz ao Caminho, à evolução consciencial muito acima de qualquer escolha — não há como entender isso intelectualmente. Tal compreensão podemos apenas intuir. É mais que percepção e parapercepção: é a suprapercepção ou detecção do OM Cósmico, de Deus, do Tao, do Eterno, do Absoluto, do Inefável, do Imperecível, do Suave Contundente. A transcendência das formas, dos contornos, do peso e da cor. Algo muito além da energia.


Quando a responsabilidade chama, os defeitos doem.
Quando a virtude responde, a alma sorri, aliviada.
Abaixo temos os instintos selvagens, multimilenares, que, obedecendo às leis de gradação evolutiva, devem ser trabalhados e transformados em virtudes conscienciais elevadas, no decorrer das reencarnações.


Não se alça vôo arrastando-se grilhões.
Não se evolui e se melhora sem abnegação, renúncia e força de vontade. Apenas como exemplo, não há como parar de fumar, de beber e de se drogar sem sofrimento.


Somos carvões, pedras brutas, sofrendo a pressão consciencial do Eterno, a caminho do diamante.


Se não houver estímulo, permanecemos inertes.
Quantos não compraram um livro com fecundos toques conscienciais e começaram a lê-lo depois de um grave momento de dor?
Quantos não mergulharam na religião, de verdade, após perderem um ente amado?
Quantos não mudaram o comportamento leviano após um grande susto?


Nossas tendências são fúteis, oportunistas e mesquinhas.
Nosso ego abafa as mais lindas manifestações de nossos corações.
O coração chora por dentro, clamando pelas graças de Deus, enquanto o exoesqueleto do ego se disfarça em sorrisos ornamentais e gargalhadas vazias.


Os momentos de meditação e de auto-reflexão profundas são trocados por reuniões ruidosas, superficiais e efêmeras.


O amor é remédio. Panacéia universal que cura tudo!
É o amor dos pais que educa seus filhos.
É o amor da amizade, que consola e orienta o amigo viciado, escravo das drogas.
É o amor do professor que ensina, com o coração, seus alunos.
É o amor virtual que debate sem sarcasmo e respeitoso com os amigos de listas de discussão e grupos de estudos da internet.
É o amor que não revida, nem somatiza, a ofensa gratuita ou ingênua, imbuído da leveza do perdão.


O amor é como um grande e branco lençol que envolve todo o colchão de amor, sem discriminar se é velho e amarelo ou novo e dourado.


As virtudes da leveza do amor não se compram, mas são garimpadas dentro de si.
O amor é como um ET que os humanos mal conhecem. Admiram-no, falam dele. Uns o temem, outros dele desconfiam. Sempre mantido à distância, longe do refúgio de nossa alma, como se fosse inatingível ou doença de pessoas “fracas de personalidade”.


Procurar o amor em si é peneirar pedras minúsculas e quase invisíveis, em bravas corredeiras do ego.
A frustração é inevitável.
A dor é inevitável.
O desânimo é inevitável.
Momentos de inércia são inevitáveis.
Mas a perseverança é inevitável também!


Muitos se afogam nos leitos das corredeiras do ego, porque garimpam sozinhos.
As mãos amigas fazem parte do processo evolutivo e o ajudam de modo decisivo.
Continuando a se fazer o que sempre se fez, haverá sempre os mesmos resultados.


É impossível terceirizar a autocura.
É impossível terceirizar a auto-evolução.
Todo aprendizado é auto-aprendizado.
Deus não escolhe os capacitados. Ele capacita os escolhidos.


Os escolhidos são os voluntários que optaram por evoluir na contramão das massas impensantes.
Deixaram em segundo e em terceiro planos as coisas do ego e do status social.
Assumiram algum dharma e não se furtaram à coragem e às inexoráveis frustrações e sofrimentos do auto-enfrentamento consciencial.
Sabem que irão verter lágrimas amargas de autoconhecimento.
Sabem que irão vivenciar “eternos” momentos de solitude consciencial, em auto-reflexão cortante, profunda e visceral.
Precisarão se curvar diante de si mesmos, de seu passado duvidoso, e se autodesafiar de frente.


O passado passou, deixando cicatrizes, o futuro vem aí, trazendo esperanças, mas o presente é sempre o aqui e o agora. É só o que temos!
A mudança de atitude e de comportamento não é para a segunda-feira dos projetos que não saem da prancheta — é para a concretude e a eficácia exigidas pelos desafios do agora!
A vida, o corpo, a saúde e o tempo são uma oportunidade única. A segunda-feira é o umbral do desencarnado, que irá sofrer a melancolia extrafísica do arrependimento, ao olhar no retrovisor da memória multimilenar a obsessão de frenar e protelar o melhoramento íntimo, em momentos-chave de programas encarnatórios encerrados em meio ao desencanto pelo tempo precioso desperdiçado com a apologia do inócuo e do passageiro.


O medo da responsabilidade e do compromisso é fuga da realidade, receio de mudar e de se melhorar.
Melhorar a si próprio exige energia, atitude interna, constância.

Quanto mais tardia a iniciativa para a mudança, mais dolorosa será e mais energia despenderá, exigindo mais abnegação e mais renúncia.


Mais valem os momentos lúcidos de solitude consciencial, que expandem a autoconsciência, que as festas de ocasião e os lazeres frívolos, vivenciados à exaustão, quase eternamente.


É preciso coragem!


Dalton Campos Roque (ser humano atrasado e falível, cheio de defeitos, mas ainda com alguma ponta de boa vontade). Conheça mais o trabalho dos Profs. Dalton e Andréa visitando os sites Consciencial http://www.consciencial.org e Websitearte http://www.websitearte.com .
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Estel

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Re: MENSAGENS PARA REFLEXÃO, OSHO E ETC.

Mensagem  sueli em Ter 06 Dez 2011, 2:54 pm

Querida Estel!
Fico muito feliz em saber que gostou do texto.
Somos todos assim, pensamos que a resposta está do lado de fora e ela está dentro de nós.
A melhor frase, na minha opinião:
" Somos carvões, pedras brutas, sofrendo a pressão consciencial do Eterno, a caminho do diamante."
Avante, vamos nos lapidar!
Beijão.

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O NOVO SINAL

Mensagem  sueli em Ter 06 Dez 2011, 3:14 pm

O NOVO SINAL



No topo de um alto cume, um peregrino observava o vale. Seus olhos fitavam as sombrias silhuetas dos habitantes da região descortinada diante dele.

Nas mãos protegia um cálice de néctar sagrado a ser vertido sobre o vale quando aqueles seres estivessem prontos para conhecer o Bem. Aguardava um sinal.

Tempos atrás outro guardião do cálice vira surgir em alguns pontos do vale, uma luz que revelava a presença da capacidade de amar e vertera parte do néctar. Os poucos que o puderam receber foram alçados a um nível de vida mais plena.

Ali, ante o peregrino, árvores eram plantadas, árvores eram cortadas. Casas eram erguidas, casas eram desfeitas. Caravanas acercavam-se do vale, caravanas afastavam-se dele. Toda a vida do vale desenrolava-se sob seu olhar paciente. Bem distante, nos limites do horizonte, nuvens pesadas se formaram. Ventos velozes moviam-nas com força, ruidosamente, mas nem a iminência de tempestade abalava o peregrino. Sem se mover dali, ele aguardava um sinal.

A aproximação do mau tempo levou os habitantes do vale a se protegerem. Cada um zelava pelo que lhe convinha, sem notar que a seu lado havia quem estivesse em maior desamparo. Mas numa das menores moradias pulsou mais forte um coração de mãe repleto de brandura. Ao ver uma criança abandonada, recolheu-a, mesmo sem condições de abrigar adequadamente os próprios filhos. Outros moradores do vale, tocados pelo que viram, seguiram-lhe o exemplo. Tornaram-se, por sua vez, semeadores de um estado de ser incomum.

Em pouco tempo a disposição do Bem floresceu. O néctar foi então vertido em maior quantidade. Os ventos mudaram de direção e o sol preencheu o vale com sua luz.

Boletim dos Sinais n.9 - Figueira

http://www.caminhosdeluz.org/88.htm

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QUAL É A ORIGEM DOS SEUS PROBLEMAS ?

Mensagem  sueli em Dom 25 Dez 2011, 8:38 pm

QUAL É A ORIGEM DOS SEUS PROBLEMAS ?

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Os mestres sempre nos pedem para sermos específicos em nossas orações.

Quando oramos para resolver um problema, devemos sempre pedir que os anjos atuem na origem, na raiz do problema. A estória dos pescadores (veja abaixo), explica-nos bem "o porquê" deste ensinamento.

Muitas vezes ficamos inutilmente lutando contra os efeitos dos problemas e deixamos a razão, o gerador do problema, livre para continuar causando sofrimento a todos.

Lembre-se sempre de pedir junto à suas orações, para que Deus exponha toda a verdade e toda a mentira sobre todas as coisas e pessoas relacionadas a cada caso.

Paulo R Simões


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Sentados à beira do rio, dois pescadores seguram suas varas à espera de um peixe.

De repente, gritos de crianças trincam o silêncio. Os dois se assustam. Olham para a frente, olham para trás. Mas nada enxergam. Os berros continuam fortes e vêm de onde eles menos esperam. A correnteza trazia duas crianças pedindo socorro.

Os pescadores pulam na água, mas mal conseguem salvá-las com muito esforço, eles então ouvem mais berros e notam mais quatro crianças debatendo-se na água.

Desta vez, apenas duas são resgatadas. Aturdidos, os dois ouvem uma gritaria ainda maior. Dessa vez, oito crianças estão vindo correnteza abaixo.

Um dos pescadores vira as costas ao rio e começa a ir embora. O amigo exclama:
- Você está louco, não vai me ajudar?

Sem deter o passo, ele responde:
- Faça o que puder. Eu vou tentar descobrir quem está jogando as crianças no rio.

(Autor desconhecido)


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http://www.grandefraternidadebranca.com.br/origem_do_problema.htm

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Onde Nasceu Jesus?

Mensagem  sueli em Dom 25 Dez 2011, 8:53 pm

FELIZ NATAL!!!! Mesmo no fim do dia.


Onde Nasceu Jesus?

Li em um título de matéria espiritual:
Onde nasceu Jesus?
Imediatamente somos levados a pensar em uma localidade, um ponto na Terra.
... Uns dirão que foi em Nazaré, outros em Belém.
Alguns filosofarão sobre a matéria e falarão da manjedoura.

Logo abaixo do título eu li:
“Para Paulo de Tarso, o apóstolo Paulo,
Jesus nasceu na estrada de Damasco,
onde uma luz muito forte cegou-lhe os olhos,
e abriu a sua visão para o Cristo.”

E agora, eu volto a pergunta:
- Para você, para a sua vida, onde nasceu Jesus?
Talvez naquele leito de hospital com uma doença grave,
e a sua fé trouxe-lhe a presença de Jesus.
Quem sabe em um momento de extrema dor,
onde não encontrava conforto em nada,
Jesus lhe medicou e sarou as suas feridas.

Quem sabe, Jesus nasceu para você no dia mais feliz da sua história,
ou naquele momento em que pareceu-lhe faltar o chão.
E sem ninguém para segurar a sua mão,
sentiu a doce presença do Mestre, acalmando o seu coração.

Onde nasceu Jesus na sua vida?
Talvez Ele ainda seja uma semente mal germinada.
Parada, seca sem aguada, em terra esturricada.
Alma ressecada pelas angústias,
ou cheia dos confortos materiais que tanto enganam.

Não sei onde Jesus nasceu na sua vida,
só sei que Ele pacientemente espera,
pelo momento desse encontro,
onde como o outrora orgulhoso Saulo de Tarso,
arrogante senhor das Leis e perseguidor dos cristãos,
descobre na luminosidade de Jesus, uma nova vida.
Cego pela luz do mundo, descobre a beleza da Luz do Cristo.
Deixa então as pedras ali no chão de Damasco,
e se enche de amor nas sacolas da alma.

Que esse amor que Cristo derrama agora em todos os lugares,
faça nascer em você, a esperança, a fé e o amor sem medidas.
Abrir os seus olhos para a verdadeira espiritualidade,
para o Cristo que chama com profunda amizade,
para a maternidade amorosa de Jesus na sua vida.
Para que Ele nasça no parto amoroso da vida eterna,
e abra os seus olhos de ver, para nunca mais se perder.
Que assim seja!
Amém.
Paulo Roberto Gaefke
www.meuanjo.com.br


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